
[case · 2025]
Egrégora Migration
Direito migratório com atendimento em todo o Brasil e uma política rara no setor: garantia de sucesso do processo.
[a empresa]
A Egrégora nasceu regional, mas carregava uma política rara no direito migratório: garantir o sucesso do processo. O escritório só seguia adiante com quem tinha os critérios necessários para a naturalização e garantia reembolso em caso de falha.
Essa regra eliminava frustrações e transformava cada cliente atendido num vendedor da marca, que trazia amigos e familiares. Foi essa excelência que levou uma empresa de origem regional a atender todo o Brasil e a se firmar entre os principais nomes do direito migratório do país.
[o problema]
O crescimento cobrou a conta. O conceito de marca que servia a uma operação regional já não traduzia uma empresa de alcance nacional. Era preciso reposicionar a Egrégora para justificar o valor de um serviço de especialistas, gerar leads mais precisos e encurtar o caminho até a decisão de compra.
Havia ainda um obstáculo conhecido: o mercado de agências não tinha entregado à Egrégora um parceiro capaz de entender o comportamento daquele público e de produzir material à altura dos concorrentes nacionais. A empresa tinha estatura, e a comunicação ainda não acompanhava.

[o que fizemos]
A Gardê entrou com uma consultoria para resolver as duas frentes juntas. Antes do primeiro rascunho veio o posicionamento: quem era o cliente da Egrégora, quais eram suas objeções, suas dores e o que pesava na hora de decidir.
Sobre essa base nasceu o rebranding: uma identidade construída para comunicar autoridade nacional, transmitir o acolhimento que um público em recomeço precisa sentir e consolidar no visual a segurança que o método já entregava na prática.
[o resultado]
O reposicionamento continuou sob nossa responsabilidade. A Egrégora fechou com a Gardê duas recorrências: a gestão das redes sociais, para implementar a nova identidade no dia a dia, e a produção de criativos para tráfego, gravação e edição alinhadas à estratégia de vendas.
A identidade passou a viver fora da tela também, em camisetas e na logo de parede do escritório. E conquistou tanto os próprios donos que ganhou até um par de tênis. Poucos sinais dizem mais sobre um rebranding do que ver quem contratou vestindo a própria marca porque quer.